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👋 I'm Ricardo. I live in sunny .

:crt_w_green_lines: I live in an ivory tower of abstractions, and use arcane sigils to coerce poisoned sand and lightning to do my bidding. This sometimes works as intended.

🦀 I'm a fan, been following it since before the 1.0 release, and it keeps getting better.

:blobcat: have a place in my heart. I'm a simple man, I see cat photos, I boost 'em.

📼 Remember: be kind, rewind! 📼

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📚 Reading is the best thing (after , of course)

is a fascinating subject, regardless if the subject is Ancient Rome, Mesopotamia or, most mysterious of all, the Late Bronze Age collapse (it was not just the Sea Peoples, okay?)

Ann Leckie, N.K. Jemisin, and Ursula K. LeGuin are gifts to humanity, and you owe yourself reading their delightful and works!

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Rash decisions? Me?

I would never.

I'm a doctor of medical ethics. You're looking for a dermatologist.

please don't buy stuff from sellers on Etsy and wherever that make puzzle piece #autism stuff. It really pisses me off. We're whole fucking people, and no we don't need to "crush" autism or "fight" autism or "cure" autism. We are people!

Fucking neurotypicals have no goddamn resiliency.

#actuallyAutistic #neurodiversity

"Oh!" said the robot, "I have misunderstood. I assumed 'non-binary' referred to all people with biological brains."
"Not quite as many as that," xe said with a smile, "but more than many think."
#MicroFiction #TootFic #SmallStories

Another Non-Binary Computer for Nonbinary Day: On my trip to England's National Museum of Computing I got to see (and operate!) the Harwell Dekatron computer (AKA the WITCH), which has as it's basic unit of memory a "Dekatron" vacuum tube with 10 different states. The computer "counts" by the dekatrons all spinning in unison in a fascinating display. 💻 :heart_nb:

en.wikipedia.org/wiki/Harwell_

This is the Setun computer

It was developed in 1958 at Moscow State University

It used ternary logic with a balanced ternary numeral system (which is to say, -1, 0, 1)

basically: NON BINARY COMPUTER FOR NONBINARY DAY! :flag_nonbinary:

生後約3ヶ月
スーは1.7kg、ウーは1.4㎏
大きくなったね

History of computers and programming that mentions how the army fucked things up for people, how the things that happened in MIT or at Bell Labs weren't just isolated events devoid of context, how all of these inventions and discoveries came from social contexts and how it led to us thinking about computers in the way we do now

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History of computers and programming that helps you understand why tech people are Like That, why user facing software works the way it does, and why everybody doesn't know at least basic programming or even how a computer works

History of computers and programming that goes further than "and then this dude invented this language but then this other dude invented that language with similar features and then Microsoft and Oracle did"

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History of computers and programming but as an into you get a history of weaving and industrial revolution politics and economics

sobre o argumento "nascemos assim", menção a violências contra a comunidade (2/2) 

Terceiro, essa narrativa cria uma espécie de hegemonia entre pessoas "que sempre foram" e pessoas "que só se descobriram depois". Já temos por aí gente na fase idosa se assumindo, e elas não são menos dissidentes que as demais. Isso faz com que pessoas que se assumiram cedo ou que já se perceberam dissidente desde sempre sejam mais reconhecidas - e caímos naquela velha questão do reconhecimento pelo sofrimento ("foi expulse de casa?"/"apanhou na rua?"/etc).

E, por fim, essa narrativa apaga, exclui e marginalizada uma gama de experiências fluidas (ex: pessoas abro), ou influenciadas por fatores externos, como orientações e/ou identidades de gênero influenciadas por corporalidade (ex: intersexualidade) ou neurodivergência.

Devemos deixar essas possibilidades em aberto, pois essas pessoas existem e possuem suas demandas. Não existe nenhum decreto afirmando que somos seres estáticos e nem que tais fatores externos não podem fazer parte das experiências da pessoa consigo mesma, suas relações e sua visão de si própria. Defender uma "pureza" ou "naturalidade" cairá num abismo problemático, onde vamos decidir quem é válide e se entende e quem não por critérios arbitrários.

Eu poderia citar fontes, mas não acho que essas coisas são difíceis de achar. Muito que falei aqui também usa a simples lógica. Acho que é isso que eu tinha pra falar.

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sobre o argumento "nascemos assim", menção a violências contra a comunidade (1/2) 

Aqui vai minha postagem sobre por que o argumento "nascemos assim" é falho e não ajuda de verdade a comunidade LGBTQIAPN+.

Primeiro de tudo, embora tenham certos indícios, como pesquisas sobre genética, não tem nada cientificamente comprovado. Pesquisas sobre sexualidade e gênero continuam sendo feitas. Mas é consenso que esses aspectos são complexos demais, muito mais que uma cor de olho ou de cabelo, pra serem resumidos a um destino biológico. O ser humano é biopsicossocial e suas experiências ao longo da vida são constantes e sujeitas a muitas variabilidades (entre elas, em especial, a cultura).

Isso sem contar que definitivamente um bebê não tem qualquer noção de atração ou gênero até certa idade. Então como podemos nascer algo que sequer temos capacidade cognitiva pra entender? Ah, e não adianta usar animais pra reforçar isso também, pois animais com certeza não têm a mesma compreensão que nós sobre esses aspectos, e possuem comportamentos que nós rejeitamos por muitas razões (ex: canibalismo).

Segundo, é um apelo que não deveria ser feito dentro do nosso entendimento atual sobre direitos humanos, e nem algo que deveria ser legalmente necessário.

Deveríamos ter nossos direitos garantidos mesmo que fosse tudo questão de escolhas conscientes. Não é o caso. Mas, por muito tempo, a comunidade teve que defender sua humanidade na base da "pena": "nascemos assim, não temos culpa, não devíamos sofrer por isso". Já devíamos ter superado isso. Sem contar que isso nem impede que continuemos sendo patologizades (afinal, doente não tem culpa de ser doente, né). E continua sem impedir todas as violências que sofremos (tem gente que acha que doente precisa morrer).

De fato, conseguimos mais direitos nos apoiando muito mais na racionalidade: a discriminação contra a comunidade tem alguma base racional? A resposta é não. Estamos falando de individualidades que não ferem ninguém e que podem existir numa sociedade plural.

It's too hot to think clearly, but it's never too hot to boost pictures of cute cats :patcat:

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